quinta-feira, 17 de junho de 2010

Criticas & Opiniões. INÚTIL #2


INÚTIL #2 referida no blogue "A Esquerda da Vírgula"
« Inútil, a revista exterior à crise, e um poema de Amadeu Baptista que vem nela »


No n.º 2 da luxuosa Revista Inútil, saída em Abril, com uma tiragem de 800 exemplares e 670 g para 56 folhas de papel couché mate, capa incluída, quase da mesma gramagem daquelas, no inusitado tamanho de 310 x 235 mm, surgiu-me, avultando entre o mais que li, o poema abaixo de Amadeu Baptista, impresso em letras brancas sobre fundo negro, ocupando página e contra-página (13-14).

Um poema de luxo numa revista luxuosa..."
Nuno Dempster. 25 Maio 2010

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"Uma revista com UTILIDADE" na Revista OS MEUS LIVROS, nº 86 Maio

.« Foi perante uma livraria Buchholz completamente à cunha que o segundo número da Revista INÚTIL viu a luz do dia. A apresentação esteve a cargo de Filomena Cautela e a música que encerrou a sessão do pianista Bernardo Sassetti, aliás, o convidado central desta edição. Entre a extensa lista de participantes desta edição encontramos Amadeu Baptista, Ana Zanatti, André da Loba, André Gago, Bénédicte Houart, Catarina Nunes de Almeida, Esgar acelerado, Filipe Abranches, José Luís Peixoto, Nicolau Santos, Nuno Júdice, Pedro Eiras, Sofia Morais, Tiago Bettencourt e Tiago Nené.»


Revista OML. Maio 2010







" O título desta Revista nasce na frase de Óscar Wilde: «Podemos perdoar um homem que faça uma coisa útil desde que não a admire. A única desculpa para fazer uma coisa inútil é ser objecto de intensa admiração».

São três os directores (Maria Quintans, Ana Lacerda e João Concha) e este número de Abril de 2010 foi lançado na «nova» Buchholz na Duque de Palmela. Está tudo diferente menos o piano. Não é uma revista só de jovens poetas; há um equilíbrio entre novíssimos e veteranos. Por exemplo: lemos aqui poemas de Amadeu Baptista, Victor Oliveira Mateus, Nuno Júdice, Joaquim Cardoso Dias, Casimiro de Brito e José Luís Peixoto. Dois excertos dos novos como convite à leitura do todo da Revista.

De Catarina Nunes de Almeida: «Passei toda a manhã debruçada sobre a moldura / agora tem um pequeno terreiro e cresce por lá de toda a fruta / até aves e o teu cabelo está mais tenro mansinho / dentro da luxúria do vidro. / O sol mastigou-te como as estátuas.» De Rui Almeida: «Os dedos, as coisas / As ruas e tudo o que nelas passa / As paredes dos quartos / Os animais, as árvores / São quase tempo. / Os segredos e os minutos de espera / Ocupam espaço. / Vou dormir em vez de falar do tempo / Dizer dos barcos o contorno no / Breve oceano onde se movem. Vou / Respeitar os mortos enquanto me doer».

Além do interesse dos poemas há um evidente bom gosto gráfico nesta nova Revista."

José do Carmo Francisco. blogue AspirinaB. Abril 2010

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«Podemos perdoar um homem que faça uma coisa útil desde que não a admire. A única desculpa para fazer uma coisa inútil é ser objecto de intensa admiração.» Oscar Wilde
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